PARADA RESPIRATÓRIA

Conceito — É a supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo acompanhar-se ou não de parada cardíaca.
Diagnóstico — Faz-se pela ausência de movimentos respiratórios acompanhada de cianose, midríase e perda da consciência.
Tratamento imediato — Inicia-se respiração boca-a-boca, fechando as narinas do paciente entre o polegar e o indicador da mão esquerda e deprimindo a mandíbula com a mão direita. Removem-se as secreções da faringe com gaze e se retira a prótese dentária. Põe-se a cabeça do paciente em hiperextensão. Faz-se uma inalação profunda, abre-se a boca amplamente, colocando-a sobre a do paciente e soprando dentro dela. Observar se há ampliação da caixa torácica. Retira-se a boca da do paciente e deixa-se ocorrer passivamente a expiração. Repete-se o processo 12 a 14 vezes por minuto em adultos e 18 a 20 vezes em crianças.
Sendo possível, far-se-á intubação traqueal e, através da cânula, aspiram-se as secreções traqueobrônquicas. Se necessário, fazer oxigênio sob pressão positiva intermitente com respiradores tipo Bird, ou Bennett por exemplo, de mistura com ar, em respiração controlada, ou assistida.
A respiração artificial deve continuar até que a respiração natural se refaça e se normalize.

 

Voltar